Homem fica preso entre caminhão e muro em acidente na Zona Sul de SP

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Caso aconteceu em Americanópolis na terça-feira (3).
Segundo testemunhas, motorista perdeu controle ao cair em valeta.


Um homem foi atingido por um caminhão e ficou prensado contra um muro em Americanópolis, Zona Sul de São Paulo, na terça-feira (3). Segundo a Polícia Militar, ele teve uma fratura na perna.

Veja o site do Bom Dia São Paulo

Testemunhas disseram que o caminhão descia pela Rua Antonio Pedroso de Oliveira quando caiu em uma valeta aberta no asfalto. O motorista perdeu o controle, invadiu a calçada e atingiu o homem.

Assim que o resgate chegou, a vítima foi levada para a ambulância, e em seguida foi transportada até o helicóptero da PM, que pousou em um campo de futebol próximo. Ela foi levada para o Hospital das Clínicas, que não informou seu estado de saúde.

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Celular para bala e salva jovem de 23 anos no Paraná

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Ela estava em bar atingido por disparos na segunda-feira.
No local, uma pessoa morreu e quatro ficaram feridas.

Disparo acertou em celular, que estava na bolsa da vítima (Foto: Divulgação/Agência Estadual de Notícias)

Uma jovem de 23 anos quase foi baleada durante uma confusão que ocorreu em um bar de Curitiba, na segunda-feira (2). O tiro atingiu o celular dela, que estava dentro da bolsa, e ela foi salva. "Nem vi a pessoa atirando. Eu me joguei no chão e só depois percebi que uma bala atingiu minha bolsa", disse a moça ao G1.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Paraná, um rapaz de 26 anos brigou com um segurança da casa, quando tentava sair levando uma cerveja. Depois, ele voltou armado e atirou contra o bar. Uma pessoa morreu e quatro ficaram feridas. A câmera de segurança registrou o ataque. Um suspeito foi preso.

A garota disse que estava conversando com amigos quando ouviu os disparos. Todos se jogaram no chão. Uma amiga dela teve ferimentos na perna, no pé e no braço.


"Quando os tiros pararam, nós ainda esperamos para ver se não começava tudo de novo. Minha amiga começou a me puxar e vi que ela estava ferida. Depois que chegou a ambulância, fui procurar o celular para pedir ajuda e vi que minha bolsa tinha sido atingida", contou. A bala ficou dentro da bolsa e ainda está com ela. "Vou levar para a polícia."

Na segunda-feira, a vítima disse que "nem conseguia falar". Ela tomou calmantes e deve ter ajuda de psicólogos para lidar com o susto. "Se não tivesse a bolsa, o tiro ia ser fatal", comentou.

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No Feriado de Finados, 'zumbis' se reúnem no Centro de São Paulo

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Caminhada de 'mortos-vivos' reúne adultos e crianças.
Evento, realizado também no Canadá e EUA, começou em SP em 2006.

Foto: Daigo Oliva/ G1

Jovens que participam da Zombie Walk abusam da criatividade nas fantasias


“Quem quer sangue aí?”, perguntava uma mulher enquanto segurava na mão uma embalagem cheia de sangue cenográfico em plena Praça do Patriarca, no Centro de São Paulo. No local aconteceu na tarde desta segunda-feira (2), Feriado de Finados, a concentração para a “Zombie Walk”, uma caminhada que reuniu centenas de “mortos-vivos” pelas ruas da região central.

Famoso em outros países, como Canadá e Estados Unidos, o evento acontece desde 2006 na capital paulista. Os participantes capricham nas ataduras, no sangue pelo corpo e na maquiagem para virar zumbis, vampiros e múmias. A preparação é demorada. O designer Fabionei Santo de Oliveira, de 34 anos, levou cerca de três horas para se maquiar e conseguir criar a ilusão de ter uma lata enfiada na cabeça.

“Eu achei que não ia dar tempo de chegar aqui”, afirmou ele, que há três anos participa da caminhada com o personagem Michael. “Eu gosto muito de make-up e de filmes de terror. A produção faz parte de ficar mais próximo dos filmes”, contou. Segundo ele, o objetivo da caminhada é reunir as pessoas que gostam do gênero.

Caminhada chegou em SP em 2006

Oliveira vai à caminhada todos os anos com a namorada, a estudante Marie Bastos, de 18 anos. Por causa do calor, Marie precisava retocar a todo momento a maquiagem dos braços, repletos de sangue cenográfico. “Está secando por causa do calor”, contou a jovem. Segundo ela, a mistura leva glicose líquida e anilina de diversas cores.

A produção do publicitário Bruno Luiggi Manzotti, de 23 anos, demorou cerca de uma hora e levou látex, algodão e corante com mel. Ele imitava o personagem Jason, famoso entre os apaixonados por filme de terror. “O objetivo é trazer o conceito dos filmes B e a gente se divertir”, afirmou. O filme preferido dele é “Sexta-feira 13”, claro. Manzotti conta que assistiu à produção mais de 50 vezes.

Crianças

Com apenas 2 anos, a pequena Nicole participa da caminhada de 'mortos-vivos'

Quem chamava a atenção de quem passava era a pequena Nicole, de apenas 2 anos. Ela foi ao evento com os pais, Rafael Caruso, de 21 anos, e Vanessa Moda, de 27 anos. “Ela já cresce sabendo que é uma brincadeira. O único medo dela é de barata”, contou Rafael. A mãe disse que fez uma fantasia de “alma penada” para Nicole. Segundo Vanessa, a menina é muito corajosa. “Ela dorme no escuro, não tem medo.”

Sem o menor medo dos personagens que circulavam pelo Centro de São Paulo, Débora, de 5 anos, andava pela Praça do Patriarca acompanhada da mãe. “Eu não tenho medo”, disse a menina, enquanto puxava a mãe de um lado a outro para ver as maquiagens. “Ela acha diferente”, afirmou a artesã Silania Maria Dantas, de 45 anos. As duas passavam pela região quando viram a concentração da caminhada.

O diretor de arte Fred Aguiar, de 26 anos, levou pelo quarto ano consecutivo a jiboia Lestat para a “Zombie Walk”. “Esse pessoal alternativo curte, assim como eu”, afirmou. Ele não estava maquiado, mas levava a cobra enrolada no pescoço. “Vim só com esse cachecol”, brincava. Muitas pessoas se aproximaram para ver o animal de perto.

Alguns participantes eram veteranos na caminhada. Era a primeira vez, no entanto, que a estudante Amanda Rodrigues Vieira, de 18 anos, participava do evento. “É tão legal essa coisa de zumbi, é diferente”, afirmou. Ela conta que fez o vestido preto que usava. Apesar de estar no meio de apaixonados por filme de terror, ela não é fã do gênero. “Tenho medo”, confessou. Filmes de romance são os seus preferidos.

A designer Michelle Ferrado, de 28 anos, comentou o fato de a caminhada acontecer no Dia de Finados. “É como se fosse uma brincadeira com a morte, mas com todo o respeito”, disse. Segundo ela, as pessoas não deveriam usar a data para ficar “tristes, e lamentando”.

Sobreviventes contam drama vivido em acidente com avião da FAB

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Aeronáutica começa retirada da aeronave no rio da Amazônia.


Sobreviventes do acidente com o avião da Força Aérea Brasileira (FAB) relatam o drama vivido durante a queda do C-98 Caravan, na quinta-feira (29), no Amazonas. Dos nove sobreviventes, quatro foram para Manaus. Os outros cinco permaneceram no interior do estado, onde moram. Neste domingo (1º), puderam finalmente falar sobre o acidente: os momentos de pânico que viveram, a maneira com que conseguiram sair do avião e a tentativa de salvamento das duas pessoas que morreram.

Depois de um acidente como esse, o que fica na memória? Os sobreviventes contaram à nossa equipe detalhes do que viveram e no que pensavam o tempo todo: rever a família. Alívio, comoção, o fim da angústia. Mas como esquecer o que houve?

“Foram cinco minutos caindo, um desespero muito grande. A gente foi caindo, quando o piloto disse: ‘Quem confia em Deus reza’”, lembra a sobrevivente Diana Soares.

“Sinceramente, o que mais passou foi para Deus me salvar, tenho dois filhos”, conta a sobrevivente Maria das Graças Nobre. “Todo mundo dizia para o outro rezar, acreditar em Deus, que vai dar certo”, aponta a sobrevivente Maria das Dores Carvalho.

Volta para casa
Em Tabatinga, Diana reviu a mãe: “O avião andava normalmente, foram 40 minutos de voo. Estava normal, quando, de repente, teve um barulho estranho e o avião começou a cair”.
“O cheiro era de borracha queimada, o avião ia explodir, estava pegando fogo. Os pilotos falaram isso”, conta outra sobrevivente.

Foi então que o piloto se decidiu a fazer um pouso forçado e avisou: “Prepare-se para o impacto e confie em Deus. A gente pousou na água, a asa do avião bateu na terra, viramos. Depois afundou”.


O técnico de enfermagem cujo corpo foi encontrado ontem estava vivo quando o avião começou a afundar: “Ele [meu marido] ainda conversou com ele, com o avião afundando. João disse para o Marcelo ir por fora, pela porta de trás. João foi pela porta da frente. Quando meu marido saiu, não vimos João. Ele ficou preso no avião”, conta uma testemunha.

O mecânico da Força Aérea Marcelo Dias já tinha saído do avião. “O colete dele não abriu, acho que ficou em choque, não se mexia”, conta uma sobrevivente.

Um barco da Funasa levou os sobreviventes de Tabatinga para a região onde moram. Diana e Marcelo esperaram muito para encontrar com Vitória, a filha de 3 anos, que espera na cidade de Benjamin Constant. Eles contam que pensaram nela o tempo todo.

Uma carreata se formou espontaneamente, acompanhando o pessoal até a cidade vizinha. Atalaia do Norte parou para receber os sobreviventes. A cidade inteira foi para o portão de entrada e preparou uma grande festa.

Piadas do joãozinho

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